Segurança na Nuvem

A expansão da internet e o aumento das velocidades de conexão foram cruciais para o desenvolvimento de novas tecnologias, como a Computação em Nuvem, a Internet das Coisas (IoT), o Big Data e o Machine Learning. No mundo dos negócios, as novidades possibilitaram a criação de produtos e serviços inovadores, como aplicativos que facilitam o dia a dia de empresas e pessoas, além de tecnologias de virtualização de infraestruturas (IaaS), plataformas (PaaS) e softwares (SaaS). Agora, as organizações não precisam mais alocarem espaços físicos para a instalação de inúmeros servidores, e muito menos gastar dinheiro na compra de softwares e licenças. Com a Computação em Nuvem, os colaboradores acessam, pela Internet, servidores virtuais alocados em datacenters distribuídos que oferecem uma gama de serviços de gestão, produtividade, análise de dados, armazenamento e plataformas de desenvolvimento de aplicações.

Porém, empresas com avançados níveis de exigências de segurança ainda relutam em migrar de vez sua infraestrutura local para a nuvem. Ameaças de invasão, vazamento de informações sensíveis e perda de disponibilidade são os principais motivos que fazem gestores de TI pensarem duas e até mil vezes antes de migrarem seus recursos para a nuvem.

A Cloud Security Alliance, entidade que promove as boas práticas de segurança em computação em nuvem, atesta que certificações como a CCSK e a ISO 27101, dentre outras, são extremamente eficientes para garantir a segurança de ambientes cloud. Por meio de auditorias externas e verificação de regras de compliance, são elaborados documentos de políticas de segurança, aplicabilidade e planos de tratamento de risco que certificam as empresas de nuvem. Essa certificação confirma que essas empresas estão aptas para assegurar a integridade e a confidencialidade dos dados de seus clientes.

As técnicas tradicionais de proteção dos dados, como o controle de acesso e criptografia para armazenamento e transferência de dados, não esgotam o tema da segurança na nuvem. A implementação de políticas de DLP (Prevenção da Perda de Dados), de SIEM (Segurança da Informação e Gestão de Eventos) e de SECM (Gerenciamento de Conteúdo de Empresas Seguras), são eficazes para a detecção de violações e proteção das informações na nuvem, e trabalham em conjunto com as políticas de acesso e criptografia dos dados.

O sistema DLP funciona como um pacote que contém um conjunto de regras e exceções de transporte de dados que impõem requisitos de conformidade para gerenciar com eficácia a transferência de informações confidenciais. O SIEM trabalha coletando informações importantes dos sistemas de segurança – como registros e logs – para, posteriormente, detectar tendências e avaliar padrões incomuns. Já o SECM monitora continuamente a identidade e atividade do usuário e a inteligência das aplicações na nuvem.

A capacidade de recuperação dos dados em caso de desastres (disaster recovery) é um dos pontos a serem levados em conta na hora de escolher a operadora de Nuvem. O Microsoft Azure replica os dados dos clientes nos seus datacenters distribuídos em diversas localidades e, em caso de catástrofes, as informações são recuperadas integralmente, de forma rápida e segura.

Outros dois pontos importantes que garantem ainda mais a segurança na nuvem são a criptografia dos dados e o controle de acesso dos usuários. A criptografia é um conjunto de regras que codificam as informações trocadas entre os usuários e a nuvem. Caso a comunicação seja interceptada, o intruso vê somente dados embaralhados e ilegíveis, que impedem sua leitura.​

No controle de acesso, os usuários são agrupados em diferentes níveis de permissão. Cada grupo de usuários possui um nível de permissão diferenciado, como, por exemplo, somente leitura, leitura e edição, e outros, além de contar com ferramentas administrativas avançadas. A configuração de níveis de permissão facilita o gerenciamento da nuvem pelo administrador e garante ainda mais a segurança dos dados na nuvem.

Quanto mais cedo as empresas migrarem para a nuvem, mais rapidamente elas terão acesso a tecnologias que abrem um leque de novas oportunidades de negócios. Novas ideias geram novos produtos e serviços que atendem uma demanda crescente de aplicações em variados nichos de mercado. Independentemente do setor de atuação, as organizações que migram para a nuvem e gerenciam seus negócios em tempo real, identificando problemas e obtendo respostas mais rapidamente.

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